“Projeto Fronteira em Foco” é destaque em veículos de comunicação

As edições online de quarta-feira (28/9) da Folha de São Paulo e do Diário do Pará, bem como o Jornal de Brasília, repercutiram o relatório produzido pelo Sindifisco Nacional como resultado do “Projeto Fronteira em Foco”, que diagnosticou as condições de trabalho dos Auditores-Fiscais nas localidades fronteiriças do país. 

A Folha.com, no texto intitulado “Em estudo, Auditores criticam fiscalização na fronteira”, ressalta que o estudo produzido pelo Sindicato apontou problemas como existência de pistas de pouso clandestinas, contrabando de combustível e possível uso de assentamentos de terra alugados para ocultar mercadoria ilegal.

“O sindicato destacou o fato de a apreensão de medicamentos contrabandeados, como anabolizantes, remédios para disfunção erétil e abortivos, ter sido a segunda que mais cresceu na comparação entre os primeiros semestres de 2011 e 2010. O aumento foi de 382%, atrás apenas da apreensão de munições e maior que o de roupas e mídias piratas”, descreve o veículo de comunicação.

Já o Diário do Pará cita o evento “Aduana a serviço da sociedade: diagnóstico e soluções", que está sendo promovido pelo Sindifisco nesta semana em Belém (PA) e fala da apresentação, pelo presidente do Sindifisco, Pedro Delaure, do levantamento detalhado sobre a real situação do controle aduaneiro nas fronteiras brasileiras.

“Para realizar o trabalho, a diretoria executiva do Sindicato e sua equipe técnica percorreram, entre os meses de outubro do ano passado e março deste ano, as nove fronteiras terrestres brasileiras. As inspeções realizadas nas unidades do Amazonas, Acre, Mato Grosso, Mato Grosso do Sul, Roraima, Rondônia, Paraná, Rio Grande do Sul e Santa Catarina permitiram à direção do Sindifisco realizar um diagnóstico muito preciso em áreas estratégicas para a segurança do país”, diz um trecho da matéria.

No texto, o presidente do Sindifisco adverte que a situação tende a se agravar ao ponto de representar uma ameaça à segurança do Brasil. “Alguns pontos de fronteira estão totalmente desguarnecidos e fragilizados. Não dispõem de pessoal para funcionar 24 horas, faltam-lhes recursos materiais e enfrentam todo tipo de carências".

O Jornal de Brasília enfatiza a situação precária detectada pelo Sindicato em localidades específicas, como no Acre. “A situação é mais precária em Assis Brasil (AC), na fronteira entre o Brasil, Peru e Bolívia, onde não há Auditor fixo”, relata o jornal.

Confira a íntegra das matérias do Diário do Pará Online e do Jornal de Brasília na sessão “Na Mídia” na página eletrônica do Sindifisco Nacional.

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