Fonacate: Sindifisco debate estratégias para votação da PEC Social e negociação salarial com o MGI

O diretor de Assuntos Parlamentares do Sindifisco Nacional, Auditor-Fiscal Floriano de Sá Neto, participou, nesta terça-feira (9), da Assembleia-Geral do Fórum Nacional Permanente de Carreiras Típicas do Estado (Fonacate) para tratar, dentre outros assuntos, de estratégias para a reunião extraordinária da Mesa Nacional de Negociação convocada pelo secretário de Relações de Trabalho, do Ministério da Gestão e da Inovação (MGI), José Lopez Feijóo, para esta quarta (10), às 14h30. 

A reunião com MGI terá caráter decisivo. Nas últimas reuniões, a Secretaria de Relações de Trabalho já havia sinalizado que a única possibilidade de conceder algum aumento ao conjunto dos servidores públicos federais seria por meio do reajuste dos benefícios (saúde, alimentação e creche), o que deverá ser implementado ainda em maio deste ano, se houver acordo entre as duas partes. Já o reajuste no vencimento básico ainda para este ano, pauta considerada mais importante para os servidores públicos federais, não tem avanços até o momento. O Sindifisco Nacional já se posicionou contra a posição do governo e continuará lutando pela proposta encaminhada pelo conjunto de servidores ao Ministério da Gestão e Inovação (veja vídeo acima). 

Sobre a PEC 6/24, foi decidido que o Fonacate passará a atuar, junto ao sindicato e demais entidades, no trabalho de convencimento da importância de aprovação da matéria no Congresso Nacional junto às lideranças políticas e à base do governo. A possibilidade de criação de uma campanha nacional sobre o tema, assim como a definição de ações de atuação política nos estados são alguns pontos a serem tratados nas próximas reuniões do fórum.

Conhecida como “PEC Social”, a PEC 6 prevê o fim gradual da contribuição previdenciária de servidores aposentados. O forte trabalho parlamentar do Sindifisco Nacional contribuiu para contabilizar 178 assinaturas em prol da PEC, mais do que a quantidade necessária para a tramitação da matéria no Congresso, que é de 171 adesões. O texto segue aguardando despacho do presidente da Câmara dos Deputados, Arthur Lira. 

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