Falta de pessoal é o maior problema encontrado em fronteiras de Manaus e Rondônia

Falta de pessoal, pouca segurança e estrutura ruim. Essa foi a análise feita pelos diretores suplentes do Sindifisco Nacional, Auditores-Fiscais Alexandre Teixeira e Anibal Rivani Moura, durante visita às fronteiras na região Norte do país. Os diretores estiveram em Manaus (AM), Guajará-Mirim e Porto Velho (RO), entre os dias 8 e 10 de agosto.

Manaus

O problema mais grave apontado foi a falta de Auditores-Fiscais. De acordo com Alexandre Teixeira, em visita à Inspetoria, foi possível ver que estrutura é adequada às atividades, porém quase não há Auditores para atuar no local. Os diretores também estiveram no Porto de Manaus e na Alfândega do Aeroporto Internacional Eduardo Gomes. “Lá [no aeroporto], vimos uma estrutura precária, que era para ser provisória e se tornou permanente”, afirmou. Segundo Alexandre, existem algumas propostas para melhorar as instalações, mas nenhuma delas ainda se adequa às necessidades dos Auditores-Fiscais que atuam no plantão do aeroporto.

Guajará-Mirim

O diretor Alexandre Teixeira explicou que a estrutura da Inspetoria é antiga, porém, razoável. A maior reclamação ouvida pelos diretores foi sobre a falta de segurança e existência de poucos Auditores-Fiscais.

Porto Velho

Os Auditores foram à DRF/Porto Velho e, segundo lhes foi informado, a estrutura já foi pior e está passando por uma reforma. Contudo, a maior queixa foi a falta de realização de concurso. “Isso não é somente pela falta do concurso de remoção. As saídas da DRF acontecem por diversos outros motivos e cada vez há menos Auditores-Fiscais. Por conta disso, a não previsibilidade decorrente da falta de concurso vem causando desalento nos colegas”, explicou Alexandre Teixeira.

Conteúdos Relacionados